Venda - Terreno Urbano
Setúbal - Grândola - Melides -
Área: 8000 m²
Área Terreno: 430000 m²
Preço:   3.650.000 €
Classificação Energética: ISENTO
Código interno:  AM01881
Descrição:

Terreno com ruína na freguesia de Melides com 43ha com vista de mar e serra, com ruína de 1935.

Excelentes acessos, electricidade da rede publica, sobreiros e pinheiros mansos.

Viabilidade construtiva de 500m2 para habitação, 8000m2 para apoio agrícola, 17000m2 para Turismo em Espaço Rural.

Informação genérica Melides:
Com uma área aproximada de 155,2 km2, a freguesia de Melides, localiza-se na faixa litoral, a 5 kms do Oceano Atlântico e nas imediações da lagoa do mesmo nome. É parte do Município de Grândola, vila pertencente ao Distrito de Setúbal, região do Alentejo e sub-região do Alentejo Litoral.
No que diz respeito ao clima, em geral o verão é quente e o Inverno frio, com ocorrência de geadas, e pluviosidade pouco elevada e irregular.
Do ponto de vista do relevo existem duas zonas distintas: no litoral predominam as charnecas, de reduzida fertilidade, com pinheiros e eucaliptos e entrecortadas por duas várzeas de apetência agrícola - Fontaínhas e Melides, nesta última abunda o cultivo do arroz. A restante área é de serra, de onde é possível ver uma linha de mar e em alguns pontos a serra da Arrábida. Aqui predomina o montado de sobro e algum pinhal, sobretudo manso.
A população de Melides encontra-se distribuída pelos três sectores de actividade. Sendo que, em geral, é a geração mais velha que ainda tem como principal meio de subsistência a actividade agrícola.
Nos últimos anos têm sido os sectores turístico e imobiliário a puxar pela economia da região. Melides é cada vez mais um destino de férias para muitas famílias, bem como a escolha privilegiada para uma segunda habitação familiar de fim-de-semana.
ALEMONTES agência imobiliária / agence immobilière / realestate agency

Informações genéricas de Grândola:
Localização;
Grândola é uma vila portuguesa no Distrito de Setúbal, região do Alentejo e sub-região do Alentejo Litoral. A 110 km do Aeroporto de Lisboa, a 16 km de Melides a 30 km da Comporta e a 120 km do Algarve.
É sede de um município com 814 km² de área e com cerca de 15.000 habitantes, subdividido em 4 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Alcácer do Sal, a leste por Ferreira do Alentejo, a sul por Santiago do Cacém, a oeste pelo oceano Atlântico e a noroeste, através do Estuário do Sado, por Setúbal.
Venha conhecer a história, a Serra, as aldeias, as praias de infindáveis de areais dourados com 45 km.
Tudo isto entre a serra e o mar e a cerca de 100 km a sul de Lisboa!
Geografia;
Em termos geológicos, o território de Grândola é caracterizado por três grandes zonas: a serra de Grândola, a planície e a faixa litoral, que apresentam marcadas diferenças na composição do solo, no relevo, na flora e na paisagem em geral.
A serra de Grândola, predominantemente xistosa, data do período Carbonífero Inferior e representa a geologia antiga da Meseta Ibérica, tendo o seu ponto máximo no outeiro da Atalaia, com 326 m de altitude. Constituindo um obstáculo físico que delimita a área costeira, com influência nos aspetos climáticos e paisagísticos, é a área menos povoada do concelho e está na sua maior parte coberta de sobreiros.
A Planície é caracterizada, a nascente, pelo prolongamento e os declives suaves da Serra, e a norte e noroeste pelas formações terciárias da bacia do Sado, constituídas por areias e argilas do Plioceno. De norte para sul, o revestimento florestal passa gradualmente de pinhal a montado, e é nesta zona que vive a maior parte da população.
A Orla Costeira é caracterizada pelos seus 45 km de praias de areias brancas e águas cristalinas, o fundo marinho é arenoso e vasoso, em resultado da acumulação de materiais sedimentares. Para o interior do território, desenvolvem-se sistemas dunares de porte variado e vegetação típica que se prolongam em grandes manchas de pinhal. No Litoral, destaca-se a lagoa de Melides e, mais a norte, o estuário do Sado, com os arrozais do Carvalhal e os bancos lodosos e os sapais de Troia.
Clima;
Não obstante a sua extensa costa, o clima deste concelho pode considerar-se mediterrânico com influência atlântica. Devido a vários fatores, apresenta simultaneamente características marítimas e continentais, sendo frequente a alternância de dias atlânticos e de características continentais. A temperatura média ronda os 16.7 °C.
A pluviosidade é muito irregular ao longo do ano, a distribuição de anos secos e chuvosos é relativamente aleatória, e a precipitação média anual ronda os 600mm.
Dos primórdios ao fim da Época Medieval;
De acordo com as escavações e estudos até agora realizados, a presença humana no território grandolense remonta, pelo menos, ao Mesolítico, período a partir do qual existem estações arqueológicas de quase todas as épocas posteriores. De referir que, na Antiguidade, o período Romano foi, muito possivelmente, aquele em que o espaço grandolense atingiu os maiores índices de povoamento e desenvolvimento económico e social.
Do princípio do século XV a finais do século XIX;
Em franco progresso, a população da Comenda solicitou, a D. João III, que atribuísse a Grândola a Carta de Vila e a libertasse da tutela de Alcácer do Sal, o que veio a suceder a 22 de outubro de 1544. Na sequência desta atribuição, foi criado o Concelho (no espaço da Comenda), que foi dividido em três freguesias: Grândola, Bayrros e Santa Margarida da Serra. Com a autonomia municipal, o concelho entrou numa fase decisiva da sua história e passou a dispor de dois juízes ordinários, três vereadores, um procurador, dois almotacés, um escrivão, três tabeliães, um juiz dos órfãos, um alcaide-pequeno, várias quadrilhas (com funções de polícia) e três companhias de Ordenanças.
Século XX;
Na história de Grândola, o século XX foi, sem dúvida, aquele em que se verificaram as mais significativas mudanças económicas, demográficas e sociais.
Ao nível da Agricultura, assistiu-se ao incremento da cultura de cereais, nomeadamente do trigo, fomentada pela política protecionista e ruralista do Estado Novo, que teve o seu auge durante a chamada Campanha do Trigo. Nas várzeas de Melides e do Carvalhal, a cultura do arroz adquiriu crescente expressão. Beneficiando da construção da ferrovia do Vale do Sado, a indústria corticeira ganhou um novo impulso e surgiram dezenas de fábricas de diversa dimensão.
Com o advento do 25 de Abril de 1974 e as alterações político-sociais daí decorrentes, o concelho entrou numa nova fase da sua história. Com a Democracia, o poder autárquico adquiriu nova expressão e introduziu alterações a nível dos equipamentos sociais, que vieram melhorar significativamente a vida da generalidade da população. Em consequência disto, surgiram paradigmas económicos mais consentâneos com as novas realidades. De concelho agrícola, operário e mineiro, Grândola tem vindo a transformar-se gradualmente num espaço de desenvolvimento turístico e de oferta de serviços, apostado na preservação ambiental e na oferta cultural.
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